À sombra de Saramago

19 06 2010

Ficam muitos, incluindo eu, que não resisti a reflectir, também hoje, sobre o escritor e o homem. Calarei agora tudo o que já disse sobre a visão interior que tenho dele(s), posto que o homem, esse, já não poderia defender-se de mim, se necessário fosse. Bom seria que se calassem também os que, tal como admiravelmente afirmou Clara Ferreira Alves, se colocaram contra ele em bicos de pés, durante [miseráveis] quinze minutos, para depois se retirarem à obscuridade de onde, de resto, nunca deveriam ter saído.

Rosa Almeida

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Que farei com este blog?

6 08 2009

Não é um título original. A Camões o que é de Camões. A Saramago também.

Ao Agrupamento de Escolas do Caramulo o que é do Agrupamento de Escolas do Caramulo (repetição pesada, mas propositada).

Concluímos todos uma séria etapa da nossa vida académica. Os alunos prosseguem para o secundário. As professoras mudam também de escola.

E então? Qual é o problema? Não há internet que resista?

Enquanto pensamos se vale a pena ou não tornar o nosso discurso indirecto ainda mais livre, fico-me por aqui. Vou ver se é desta que levo até ao fim um dos livros de António Lobo Antunes que aguardam vez para serem lidos. Ofereceu-mo um amigo, no Caramulo, numa troca de presentes. Era Natal. Pensei que podia esperar pela época dos incêndios, devido ao título… Tentei. Consegui acompanhar os delírios narratológicos durante algum tempo, mas a exigência de concentração rivalizou com capítulos de outros livros que também estava a ler! Olha, adeus!

A paciência de um livro! Ali à espera… entre a Agustina e o Umberto Eco.

E eis senão quando. Respondendo à perguntaQue Farei Quando Tudo Arde? – é agora!

://Rosa Almeida]





Nem tudo o que parece… é.

8 01 2009

 

ilusão óptica

O nosso vizinho e prestigiado clip explicaria a imagem com propriedade.

Mas vem aqui a propósito de ilusões, de malentendidos, de leituras desconcertadas. Acontece. Em todas as formas de comunicação, em todas as formas de linguagem. As 20 melhores ilusões ópticas seleccionadas pelo jornal inglês Telegraph,  assim, todas juntas, ensinam-nos a pensar… vá lá… quatro vezes antes de falar. No mínimo.