Batalhas e solidão

25 10 2008

    “Hoje, dia 26 de Novembro de 1775, o meu navio travou uma batalha com um navio pirata.

    A luta foi extremamente dura, envolvendo canhões, espadas, pistolas e mais algumas armas, foi uma batalha de sangue, mas nós conseguimos ganhar, apesar das dificuldades, pois perdemos alguns homens muito importantes.

    Ponho-me a pensar enquanto escrevo, como estará o meu pai e a minha mãe na minha aldeia natal (Vig). Eles estão bem, de certeza, e eu aqui no meio do mar, em guerra, na solidão dos oceanos, subindo e descendo ao mastro mais alto para ver terra.

    Afinal, quando era criança queria vir para o mar, agora já não tem piada. Agora queria estar em casa com a minha família.

    Bem, por hoje é tudo, veremos que novas aventuras vamos viver.

                                                                                                          Hans.”

Autor: Pedro Martins, 9ºB

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Hans no desconhecido

19 10 2008

 

“Querido diário,

Hoje, mais um daqueles dias iguais a todos os outros, vim para aqui, para a minha cama, num quarto de mais cinco homens, escrever.

Hoje, depois daquela refeição a que chamam pequeno-almoço, subimos para o convés. o qual eu e mais dois esfregámos, toda a manhã, sob um sol muito quente, com água do mar tirada na altura, enquanto outros, ou reorganizavam a carga, ou tratavam das velas, e um outro passava o dia no cesto da gávea, sempre com os olhos bem abertos, para o caso de avistar alguma coisa.

Um pouco mais acima de nós, lá estava o capitão, com mãos no leme e sempre a apontar os seus olhos, ora em frente, ora para bússolas e mapas mesmo ao seu lado.

À tarde, avistámos uma ilha, mas como ainda tínhamos reservas alimentares e água, seguimos o nosso caminho em direcção ao desconhecido.

 

                                                                                Hans, 83 dias após a partida”

Autor: Carlos M. Lopes, 9ºB





Reconhecem este Hans?

18 10 2008

  

“23/09/1500                                                             Zona do Equador

    Atracámos, há uma semana, numa ilha aparentemente deserta, já na zona equatorial.

    A ilha era pequena, com águas muito límpidas à sua volta e com vegetação densa. Nela encontrámos uma nascente de água quente e um lago. Ao largo só se ouviam pássaros, pois todos os animais que estavam a beber água fugiram quando nos aproximámos.

    Ninguém tentou capturá-los ou matá-los, pois a sua beleza era tal que ninguém se mexeu. Ninguém, excepto Bosh; aquela arrogante personagem matou um quadrúpede de pequeno porte e capturou uma ave.

    Deduzimos que esta fosse um papagaio, pois passados uns dias a bordo, repetia as palavras, mais ditas. Isso enervava o capitão, pois sempre que dizia Içar as velas! o papagaio repetia.

    Agora, em direcção ao vazio dos mares do Sul, espero impaciente pela próxima aventura.

                                                                                                        Hans”

Autor: António Correia, 9ºB





Adivinhem quem escreveu!

13 10 2008

Já vos aconteceu, por certo, terem escrito frases ou textos inteirinhos e, passado algum tempo, pasmarem com um orgulhoso Fui eu que escrevi isto!  ? Ora, aí está! Imaginem agora se alguém muito próximo – ou nem por isso – vos reconhecer… pela escrita. Têm um estilo próprio!

O desafio está lançado, vamos burilar esta ideia juntos, aí, numa aula perto de nós.